1ª parte BRASÃO, poema 13: D. PEDRO REGENTE DE PORTUGAL

 "Claro em pensar, e claro no sentir,

É claro no querer;

Indiferente ao que há em conseguir

Que seja só obter;

Dúplice dono, sem me dividir,

De dever e de ser -


Não me podia a Sorte dar guarida

Por não ser eu dos seus.

Assim vivi, assim morri, a vida,

Calmo sob mudos céus,

Fiel à palavra dada e à ideia tida.

Tudo mais é com Deus!"

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