1ª parte BRASÃO, poema 14: D. JOÃO INFANTE DE PORTUGAL

 "Não fui alguém. Minha alma estava estreita

Entre tão grandes almas minhas pares,

Inutilmente eleita,

Virgemmente parada;


Porque é do português, pai de amplos mares,

Querer, poder só isto:

O inteiro mar, ou a orla vã desfeita -

O todo, ou o seu nada."

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