1ª parte BRASÃO, poema 15: D. SEBASTIÃO REI DE PORTUGAL
"Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não da.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.
Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?"
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